📘 O Vigia que Vigia o Vigia que Deveria Vigiar
Autor: Pedro Henrique Serrano Léllis (Pedrim Pescador)
Local: Vila Velha/ES, Brasil
Data de publicação: 14/06/2024
Gênero: Sátira social / Ficção crítica
Páginas: 45
Ilustrações: Geradas por IA (Microsoft Design® Image Creator)
Links: O autor inclui apelo para apoio aos estudos via PIX
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📖 Sinopse da Obra
Uma sátira ácida e humorística sobre a incompetência institucionalizada no Brasil, encenada através de situações absurdas, personagens caricatos e uma narrativa que mistura ficção futurista, crítica social e um olhar aguçado sobre a burocracia, a corrupção e a falência do profissionalismo.
A história gira em torno de uma empresa fictícia chamada “Vigia de Vigias”, que oferece um serviço para vigiar… vigias. A partir desse conceito, o autor desdobra uma série de episódios que ilustram como a incompetência se prolifera em diferentes esferas: do transporte público à segurança patrimonial, do direito à religião, criando um ciclo vicioso de ineficiência e absurdos.
Com linguagem coloquial, referências pop, toques de humor negro e intervenções diretas ao leitor, o livro é tanto uma crítica mordaz quanto um espelho distorcido da realidade brasileira.
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🧭 Estrutura e Capítulos
🔹 Prólogo
Introdução temática: o autor define incompetência como algo que “não presta” e anuncia seu propósito de criticar a institucionalização do fracasso no Brasil, citando tragédias reais como desabamentos, rompimento de barragens e incêndio na Boate Kiss.
🔹 Capítulo 1 – Acendeu a Luz Azul
Sátira sobre a inauguração de um metrô futurista no Espírito Santo, que não sai do lugar devido ao furto de uma peça essencial — cujo vigia dormiu no serviço. A narrura mistura exagero tecnológico, corrupção, transmissão ao vivo e revolta popular.
🔹 Capítulo 2 – Surge uma Nova Empresa de Segurança Patrimonial
Apresentação da empresa Vigia de Vigias, que propõe monitorar vigias para evitar que durmam no serviço. A personagem Cristina faz uma visita a condomínios de luxo, ilustrando a terceirização da responsabilidade e a cultura da desconfiança.
🔹 Capítulo 3 – Incompetência: Imperícia ou Imprudência?
Ensaio lexical e jurídico sobre os termos negligência, imprudência e imperícia, com referências a dicionários e artigos jurídicos. O autor argumenta que todas são formas de incompetência que causam danos sociais.
🔹 Capítulo 4 – Nicho Aquecido do Mercado: Competentes para Incompetentes
Expansão do tema para outras áreas: advogado de advogados, frete de frete, construtora de construtoras. Histórias paralelas mostram como a incompetência gera novos “nichos” de serviço, muitas vezes absurdos e inúteis.
🔹 Capítulo 5 – E Até na Religião…
Carta de um pastor fracassado que, após escândalos morais e financeiros, busca um “pastor de pastores”. Crítica à mercantilização da fé, ao neopentecostalismo e à hipocrisia religiosa, com um apelo final por autenticidade e serviço social real.
🔹 Nota do Autor e Dedicação
Apelo final por excelência profissional, humildade para ouvir críticas e melhoria contínua. Dedica o livro aos profissionais competentes, em especial seus pais, servidores públicos exemplares.
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✨ Temas Principais
· Incompetência sistêmica: Como a falta de capacidade técnica, ética e responsabilidade se normaliza em diversas esferas.
· Terceirização da responsabilidade: A tendência de criar camadas de vigilância e serviço que, em vez de resolver, perpetuam o problema.
· Crítica social e política: Sátira à corrupção, à gestão pública falha, à impunidade e ao descaso com vidas.
· Futurismo distópico: Uso de tecnologia avançada em cenários caóticos, refletindo ansiedades contemporâneas.
· Humano e desumano: Personagens que oscilam entre a caricatura e a humanidade, mostrando como a incompetência afeta relações e dignidade.
· Fé e mercantilização: Crítica à indústria religiosa, à venda de milagres e à falta de integridade espiritual.
· Excelência como resistência: Apesar do tom cáustico, o livro defende a busca por competência, honestidade e serviço de qualidade.
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📝 Ensaio: Vigiar os vigias, rir para não chorar
Pedro Henrique Serrano Léllis, aqui sob o pseudônimo Pedrim Pescador, não escreve uma simples sátira — ele cria um termômetro satírico da incompetência brasileira. Se há algo que define o livro é a sensação de que estamos todos dentro de um sistema que vigia, mas não vê; que contrata, mas não funciona; que promete, mas não entrega.
A empresa “Vigia de Vigias” é a metáfora central: em vez de resolver a raiz do problema (vigias que dormem), cria-se uma nova camada de vigilância. É o retrato de uma sociedade que terceiriza até sua própria capacidade de cuidado. Essa lógica se repete no advogado de advogados, no frete de frete, na construtora de construtoras — ciclos viciosos onde a incompetência gera novos mercados, mas nenhuma solução.
O humor do livro é ácido, rápido, visceral. O autor usa uma linguagem coloquial, cheia de gírias, hashtags e referências à cultura pop (de Cassia Eller a Bob Marley, de Ivete Sangalo a jogos de aposta), o que dá à narrativa um ritmo televisivo, quase de zap. As ilustrações geradas por IA complementam o tom de realidade distorcida, como se o absurdo fosse a nova normalidade.
Mas por trás do riso, há dor. A incompetência aqui não é só piada — é causa de mortes, de prejuízos, de desespero. A cena do metrô que não anda, da mãe e da filha pisoteadas, do guincho que não guincha, do pastor que trai sua congregação — tudo ecoa tragédias reais, casos que o leitor brasileiro reconhece no noticiário.
O capítulo final, com a carta do pastor falido, é um dos momentos mais humanos da obra. Nele, a sátira dá lugar a um lamento genuíno, uma busca por redenção que contrasta com a farsa religiosa criticada antes. É como se, no fim do labirinto de incompetências, restasse ainda a possibilidade do arrependimento e do recomeço — ainda que esse recomeço precise de um “pastor de pastores”.
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🧾 Notas do Autor (Inseridas no Texto)
· O autor interrompe a narrativa para fazer apelos diretos ao leitor, pedindo apoio financeiro via PIX para custear seus estudos de pós-graduação em Engenharia Ambiental e Mestrado em Biotecnologia Vegetal.
· Revela que abandonou o trabalho em tecnologia devido ao estresse e à crise de saúde mental, buscando agora “ressignificar a vida” através da educação.
· Inclui links para seu pré-projeto de mestrado e outros livros.
· Dedica a obra a seus pais, Antônio César Régis Léllis e Neusa Maria Serrano, como exemplos de excelência no serviço público.
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🎨 Formato e Elementos Visuais
· Ilustrações geradas por Inteligência Artificial (Microsoft Design), com tom futurista e caricato.
· Uso de hashtags no texto, integrando a linguagem das redes sociais.
· Estrutura fragmentada, com mudanças bruscas de cena, diálogos rápidos e intervenções autorais.
· Letras maiúsculas para ênfase, emojis no índice e tom de panfleto satírico.
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💎 Conclusão
O Vigia que Vigia o Vigia que Deveria Vigiar é um espelho satírico do Brasil — um país onde a incompetência virou sistema, a vigilância virou espetáculo e a solução é sempre mais uma camada de burocracia. Com humor ácido, crítica social afiada e uma pitada de esperança teimosa, Pedro Henrique Serrano Léllis nos convida a rir para não chorar, e talvez, a vigiar menos e agir mais.
Uma leitura rápida, engajada e necessária para quem quer entender o Brasil pelo viés do absurdo — e quem sabe, encontrar um caminho de volta à excelência.
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📚 Esta obra está disponível para leitura.
Se desejar apoiar o autor em seus estudos e projetos, contribua via PIX:
pedrimpescador@gmail.com
Pedro Henrique Serrano Léllis – C6 Bank
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“Onde isso vai parar?” — a pergunta que ecoa do início ao fim do livro, e que cada leitor leva consigo depois da última página.




